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Revista História O Estado Novo e as Elites nº 23/24 Agosto/Setembro 1996

Número duplo dedicado às elites do Estado Novo, com estudos sobre poder político, económico, militar e cultural no salazarismo.
Livro: Revista História O Estado Novo e as Elites
Ano XVIII Nova Série nº 23/24 Agosto/Setembro 1996
Autor: Vários
Editora:
Peso: 270 g
Capa de brochura. Ilustrado. Número duplo dedicado ao dossier O Estado Novo e as Elites, com estudos sobre elites políticas, económicas, militares e culturais do regime salazarista. Do índice: 
O Estado Novo e as elites; 
O corpo diplomático na Guerra Mundial, João Almino; As tropas de Santos Costa e a elite militar do Estado Novo, Telmo Faria; 
A elite universitária na ditadura, Cristina Azeredo Faria; Uma incursão na sociedade salazarista: os regentes escolares, Ana Rias; 
A cerâmica de Fred Kradolfer, Carla Alves.
Ref. 2600-OM
Preço: 9,99€

#Revista Visão História 1973/1974 Os últimos meses do Estado Novo

Revista: Visão História nº 20 1973/1974 Os últimos meses do Estado Novo
Autor: vários
Editora: Edimpresa
Maio 2013
Peso: 300 g
Cronologia: O princípio do fim; Números: Como éramos?
1973
6 de janeiro: o ano do Expresso, O novo jornal resistiu ao ataque da censura. Mas outras iniciativas, no campo do jornalismo, tiveram de esperar por melhores dias; 
20 de janeiro: Quem matou Amílcar Cabral?; 
25 de janeiro: O começo do fim da Ala Liberal, A poucos meses do fim da X Legislatura do Estado Novo, Sá Carneiro e Miller Guerra renunciaram aos seus mandatos de deputados, desgastados com os bloqueios às reformas propostas
9 de março: Instalações militares pelos ares, O Distrito de Recrutamento e Mobilização, o Quartel-Mestre General e o Quartel da Graça, em Lisboa, foram alvo de atentados das Brigadas Revolucionárias, que um mês depois teriam atuação semelhante no Porto
21 de março: A hora da Maria, A guerra continuava em África, o regime arrastava-se na desilusão marcelista. Mas à hora do almoço uma radionovela fazia parar o País. Todos queriam saber notícias do amor de Maria, a criada;
26 de março: O ‘Caso das Drogas’, Com artistas famosos em tribunal, consumo e tráfico de drogas são assuntos de jornal nos últimos anos do Estado Novo
4 de abril: A democracia passou por aqui
19 de abril: PS, ano zero
3 de maio: Um congresso com cruzes suásticas, Foi a primeira e última reunião magna da Acção Nacional Popular, a “associação cívica” sucessora da União Nacional. Durante três dias, a “defesa do Ultramar” dominou as intervenções
3 de maio: Tiros na Cidade Universitária, O ministro da Educação falava em “democratização do ensino”, mas ao longo do ano de 1973, o ano do caos, foram presos 210 estudantes. Aquando do 25 de Abril, só duas associações continuavam a funcionar
4 de maio: Os bispos pelo pluralismo, Os católicos progressistas despertaram para a luta política nos últimos anos da ditadura
1 de junho: O fiasco do Congresso dos Combatentes
16 de julho: Herança Sommer, caso encerrado
16 de julho: A peripatética visita de Marcelo Caetano a Londres, A denúncia, no jornal The Times, de massacres praticados no Norte de Moçambique ensombrou a visita do chefe da ditadura portuguesa à “velha aliada” Grã-Bretanha
25 de julho: O reformador-mor, Nove meses antes da queda do regime era aprovada a lei que criava as bases a que devia obedecer a reforma do sistema educativo. Em plena agonia do Estado Novo, o maroto do Simão anunciava a “transcendente e histórica” decisão de criar quatro novas universidades e mais 19 estabelecimentos de ensino superior
9 de Setembro: A revolução é já ali
25 de julho: A terceira via
24 de Setembro: Da ‘Guiné-Portuguesa’ a Guiné-Bissau A declaração unilateral da independência da pequena colónia da África Ocidental abriu decisivamente caminho à queda da ditadura
16 de outubro: Choque na Bolsa
28 de outubro: A última ‘farsa eleitoral’
16 de dezembro: Agitação nos liceus, O marcelismo perdia a “elite dos liceus”
28 de dezembro: A revolução invisível
1974
11 de fevereiro: Temor do palco, Era no teatro, mais do que em arte qualquer, que o regime exercia o seu poder de censura. Mas havia quem não desistisse
23 de fevereiro: O best-seller que ninguém leu, O livro Portugal e o Futuro, de António de Spínola, prenunciou a mudança do regime, mas o modelo que viria a ser adotado nada teve que ver com as propostas do general do monóculo
16 de março: ‘Reina a ordem em todo o país’, A saída prematura de uma coluna militar do Regimento de Infantaria 5, das Caldas da Rainha, acabou mal, mas anunciou ao País e ao Mundo que estava para breve o derruba da ditadura
24 de março: Missão: condenar, Uma absolvição foi a exceção. As duas penas maiores e as três correccionais contidas na última sentença do Tribunal Plenário da Boa-Hora sintetizam as arbitrariedades de quase cinco décadas
29 de março: Muito mais do que um concerto, Já cheirava a revolução naquela noite em que Grândola Vila, Morena foi cantada em coro por milhares de vozes no Coliseu dos Recreios. O regime ainda tentou cancelar este I Encontro da Canção Portuguesa, mas já não lhe sobravam forças…
18 de abril: Os últimos presos políticos, Pensavam ter o disfarce perfeito para ajudar a distribuir o Avante! Mas uma denúncia pôs a PIDE no seu encalço e acabaram em Caxias
23 de abril: E não haveria mais manifestações proibidas, Dois dias antes do 25 de Abril, ao final da tarde, o centro da Cova da Piedade foi agitado por um grupo da esquerda radical
INDISPONÍVEL

#Livro De Salazar a Costa Gomes Manuel Maria Múrias

Livro: De Salazar a Costa Gomes
Autor: Manuel Maria Múrias
Editora: Nova Arrancada
Peso: 600 g
Obra com detalhadas memórias históricas de um dos principais jornalistas e editores do Estado Novo. .A evolução do Estado novo de Salazar a Costa Gomes.
O autor, conhecido jornalista apoiante e defensor do regime do Estado Novo, analisa o papel desenvolvido por Oliveira Salazar e Costa Gomes, do Estado Novo ao regime democrático surgido após a revolução de 25 de Abril de 1974 do ponto de vista da instalação e funcionamento do Estado Novo, e da política ultramarina, a implantação do regime democrático pelo MFA e a descolonização das ex-colónias portuguesas.
INDISPONÍVEL

Livro O Estado Novo e a Igreja Católica Manuel Braga da Cruz

Livro: O Estado Novo e a Igreja Católica
Colecção: Torre de Babel
Autor: Manuel Braga da Cruz
Editora: Bizâncio
Peso: 275 g
Este livro retrata as relações entre o Estado e a Igreja no período de Salazar.
«Apesar da enorme influência católica na instauração e consolidação do Estado Novo, não se pode concluir que o salazarismo tenha sido um regime confessional. Pelo contrario, o Estado Novo recusou as várias tentativas de confessionalização do Estado, bem como a introdução do nome de Deus ( várias vezes tentada), conviveu com a liberdade religiosa, e admitiu como chefe de Estado e como presidente da Assembleia Nacional figuras laicas e até maçónicas.»
Ref. 4675-OM
Preço: 29,99€

Livro O Estado Novo Princípios e Realizações SPN

Livro O Estado Novo — Princípios e Realizações, edição SPN, documento de propaganda política do regime salazarista.
Livro: O Estado Novo Princípios e Realizações
Autor: -
Editora: Edições SPN - Secretariado da Propaganda Nacional
2ª edição 1940
Peso: 140 g
Capa de brochura. 94 pp. Este volume reúne a visão institucional do regime sobre os fundamentos ideológicos, sociais e económicos do Estado Novo. Editado em plena consolidação do salazarismo, o livro apresenta‑se como um documento programático, destinado a divulgar e legitimar as linhas mestras da política nacional: ordem, autoridade, corporativismo, moralidade pública e a ideia de “renovação” do país. É um testemunho direto da máquina propagandística do regime, revelando como o Estado procurava moldar a opinião pública e construir uma narrativa de estabilidade e progresso.
Ref. 7272-S/L-OM
Preço: 14,99€

Livro O Estado Novo e as Mulheres João Mascarenhas


Livro O Estado Novo e as Mulheres João Mascarenhas
Livro: O Estado Novo e as Mulheres: o género como investimento ideológico e de mobilização
Autor: João Mascarenhas (org.), Helena Neves, Maria Calado
Editora: Biblioteca Museu Républica e resistência
2001
Peso: 550 g
"O Estado Novo à semelhança das ditaduras nazi e fascistas, instaladas na Europa nos anos trinta, abordou a questão da mulher como uma questão de estado. O programa, o discurso e as práticas relativas à formação de uma elite feminina e à organização e mobilização das mulheres manifestam o empenho ideológico do regime no género. A Obra das Mães para a Educação Nacional, OMEN, a Mocidade Portuguesa Feminina, MPF e o Movimento Nacional Feminino, MNF, em contextos diversos constituíram frentes fundamentais do regime. (...) Este texto constitui mais uma abordagem para a história que urge fazer. No mesmo processo em que vamos fazendo outra história. Da nossa libertação."
Ref. 5558-HOgp-OM
Preço: 39,99€

Livro Os Jornalistas nos Anos 30/40 Elite do Estado Novo

Livro: Os Jornalistas nos Anos 30/40 do Estado Novo
Colecção: Comunicação nº 28
Autor: Helena Ângelo Veríssimo
Editora: Edições Minerva Coimbra
2003
Peso: 240 g
Elite do Estado Novo. Capa de brochura. Os jornalistas, hoje uma classe profissional com uma importância social incontornável, são o tema deste livro que nos traz uma abordagem à situação, contexto e papel destes profissionais no tempo do Estado Novo, em pleno regime ditatorial de Salazar.
Ref. 5907-W-OM
Preço: 9,99€

Livro O Estado Novo e o Futebol Ricardo Serrado 1ª edição 2012

Investigação histórica sobre o uso político do futebol pelo Estado Novo e o caso da saída de Eusébio.

Livro: O Estado Novo e o Futebol
Autor: Ricardo Serrado
Editora: Prime Books
1ª edição 2012
Peso: 420 g
Terá Salazar impedido Eusébio de sair do país?. Capa de brochura. Ilustrado. Os factos históricos sobre as relações da ditadura com o Desporto-Rei. Um período da história que apaixona os portugueses o da ditadura de Salazar - e uma modalidade que arrebata quase tudo e todos no nosso país - o futebol. Todos os factos históricos, devidamente comprovados, sobre as relações do Estado Novo com o futebol (um dos famosos três F do regime: Futebol, Fátima e Fado), incluindo o muito falado episódio da proibição (ou não, se verá) por Salazar da saída de Eusébio para clubes estrangeiros. O autor, Ricardo Serrado, é o maior investigador histórico português sobre futebol, com vários livros escritos e editados sobre a matéria. História do Desporto.
Ref. 1619-W-OM
Preço: 24,99€

#Livro O Cinema sob o olhar de Salazar Luís Reis Torgal 1ª edição 2001

Estudo ilustrado sobre o cinema português no Estado Novo, analisando censura, propaganda e transformação estética entre os anos 30 e 70.

Livro: O Cinema sob o olhar de Salazar
Autor: Luís Reis Torgal (Coord.)
Editora: Temas & Debates
1ª edição 2001
Peso: 715 g
Capa de brochura. Ilustrado. O título da presente obra deve entender-se como uma metáfora. Não se trata, evidentemente, de saber como Salazar apreciava o cinema que via, mas como foi encarado o cinema no tempo do Estado Novo e pelo Estado Novo, regime que ultrapassou Salazar e o salazarismo. Produzia-se, realizava-se, comentava-se, via-se cinema, em muitos casos sem que houvesse um controlo directo do regime ou um entendimento da mensagem do regime. O cinema dos anos 30 aos anos 70 do século XX era vigiado, censurado e autocensurado, além de aproveitado como forma de propaganda. Mas com o avanço do Estado Novo, verificou-se uma transformação nos filmes produzidos. E o regime, embora não se revisse nesses filmes, também não os enjeitava, crendo que demonstravam um certa inovação estética e poderiam ser encarados como um emblema da "modernidade" sempre afirmada e adiada no Portugal de Salazar e Caetano.
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#Livro Nascido no Estado Novo Fernando Dacosta

Livro: Nascido no Estado Novo
Autor: Fernando Dacosta
Editora: Editorial Notícias
1ª edição
Peso: 500 g
Este livro atravessa, grosso modo, o século XX português. É uma sequência de narrativas (não por ordem cronológica; há vários avanços e recuos) da nossa história e das memórias de Fernando Dacosta. O livro está organizado em 5 capítulos (o autor chama-lhes "ciclos de vida de Portugal"), correspondentes a 5 estações: A Primavera (o início da República, a revolução de Abril), o Verão (a ditadura do Estado-Novo e a "ditadura das multinacionais esclavagistas") o Estio ( "a afirmação do erotismo e a emergência da liberdade"), o Inverno (os mobilizados de guerra, o excedentarismo) e o Outono (a reinvenção da esperança e a resistência à globalização).
São factos, movimentos, figuras. E dentre estas, não só os políticos, os militares, os artistas, cujo nome, para o bem ou para o mal, ficou na história do país. Também os amigos de Dacosta (alguns deles já desaparecidos e de quem o autor revela saudades), ou figuras com quem se cruzou e conviveu: Agostinho da Silva, Natália Correia, Cardoso Pires, António José Saraiva, Gedeão, Amália, Amélia Rey Colaço, O' Neill, Mário Viegas, Jorge de Sena. Pessoas que exerceram sobre ele grande influência e viriam a marcar o século e também a sua vida. Quase todos eles opositores do salazarismo. Como Dacosta refere: "Parte do melhor que o Estado Novo nos deu foi parte do que melhor se lhe opôs".
INDISPONÍVEL


#Livro Da I República ao Estado Novo XX-XXI

Livro: Da I República ao Estado Novo
Colecção: Colecção Século XX-XXI
Autor: António Viana Martins
Editora: Iniciativas Editoriais
1976
Peso: 285 g
Assinatura de posse.
"Para Hegel, O Estado era a revelação do espírito objectivo e a história tinha por verdadeiro epílogo o Estado prussiano de que o filósofo se tornou apologista. Na verdade, qualquer regime absoluto, qualquer Estado totalitário pretende ser revelação e desfecho. De tal modo que o historiador vê muitas vezes erguer-se na sua frente a muralha da verdade oficial. Estudar as origens do Estado Novo implicava evidentemente o risco de se deparar com o muro e de aceitar o desafio de o transpor."
INDISPONÍVEL


#Livro A Universidade e o Estado Novo

Livro: A Universidade e o Estado Novo O Caso de Coimbra 1926-1961
Colecção: Minerva História nº 17
Autor: Luís Reis Torgal
Editora: Livraria Minerva
1999
Peso: 575 g
Este texto é revelador da tendência que a Universidade portuguesa basicamente manifestou durante o Estado Novo, nomeadamente até ao final da guerra e mesmo até aos anos 50, tendência que lhe foi impressa pelos aparelhos do Poder, através de diversos meios, depois de um regime, a Ditadura Militar, em que persistiu ainda uma certa liberalização.
INDISPONÍVEL

 

Livro Estado Novo uma cronologia Fernando de Castro Brandão

Livro: Estado Novo uma cronologia
Colecção: Horizonte Histórico
Autor: Fernando de Castro Brandão
Editora: Livros Horizonte
2008
Peso: 890 g
Capa de brochura. Esta é a primeira cronologia com carácter monográfico que se publica acerca do Estado Novo.
A Cronologia, além de ser uma ciência auxiliar da História, necessária a investigadores e estudiosos, é também uma ferramenta necessária a qualquer pessoa que deseje estar informada.
É, poderíamos dizer, uma espécie de enciclopédia cronológica, importante para consulta, na estante de todas as casas.
Ref. 4644-W-OM
Preço: 24,99€

#Livro Do Estado Novo à Segunda República José António Saraiva

Livro: Do Estado Novo à Segunda República
Colecção: Informação Política nº 8
Autor: José António Saraiva
Editora: Livraria Bertrand
1974
Peso: 150 g
Crónica política de um tempo português. Capa de brochura. Capa de José Cândido. Do 28 de Maio ao 28 de Setembro: um tempo. De Carmona a Tomás e de Spínola a Costa Gomes: duas linhas presidencialistas cujos processos em nada se assemelham. De Salazar a Caetano e de Palma Carlos a Vasco Gonçalves: dois métodos governativos que são, apenas, duas vias opostas. Do Estado Novo à Segunda República: uma criação literária que deu origem a um estudo invulgar sobre a vida portuguesa das últimas décadas.
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#Livro O Estado Novo e os Seus Vadios

Livro: O Estado Novo e os Seus Vadios
Colecção: Portugal de Perto nº 36
Autor: Susana Pereira Bastos
Editora: Publicações Dom Quixote
1ª edição 1997
Peso: 750 g
Carimbo de Biblioteca.
Contribuição para o Estudo das Identidades Marginais e da sua Repressão.
"O presente trabalho constitui uma reflexão antropológica sobre o tema da construção social das identidades desviantes, a partir de uma pesquisa sobre uma figura marginal complexa, conceptualizada como fonte de impureza, poluição e perigo para a identidade nacional portuguesa - o vadio e seus equiparados (mendigo profissional, prostituta de escândalo público, homossexual, chulo, rufião, proxeneta, reincidente, etc.) -, bem como sobre o modelo institucional criado com vista à sua repressão e regeneração moral pelo projecto sociopolítico dominante ao longo dum período recente da história portuguesa contemporânea vulgarmente designado por Estado Novo."
INDISPONÍVEL

Livro Um Grande Português e um Grande Europeu Salazar

Livro Um Grande Português e um Grande Europeu: Salazar, coletânea de ensaios laudatórios do Estado Novo.
Livro: Um Grande Português e um Grande Europeu: Salazar
Autor: Luís Cabral de Moncada, António de Almeida Garrett, João Ameal, Rui Ulrich, Manuel Lopes de Almeida
Editora: Oficinas Gráficas Casa Portuguesa
S/d.
Peso: 165 g
Capa de brochura. Esta obra reúne cinco discursos e ensaios laudatórios sobre a figura de António de Oliveira Salazar, apresentados por intelectuais e políticos ligados ao regime do Estado Novo.
Os ensaios abordam a dimensão filosófica, histórica, jurídica, económica e diplomática atribuída ao líder do regime, refletindo o discurso político da época e a construção da imagem pública de Salazar como “grande português” e “grande europeu”.
É um documento de forte valor histórico, representativo da retórica propagandística do regime e da produção intelectual que o sustentou, sendo hoje procurado sobretudo por investigadores, colecionadores de história política e estudiosos do Estado Novo.
Ref. 2182-S/L-#4-OM
Preço: 19,99€

#Livro O Fim do Estado novo e as origens do 25 Abril Difel


Livro: Portugal O fim do estado novo e as origens do 25 de Abril
Autor: Jaime Nogueira Pinto
Editora: Difel
1999
Peso: 750 g
É uma memória histórica, política e polémica, sobre a sucessão de Salazar por Marcello Caetano e os anos entre 1968-1974, em Portugal. Jaime Nogueira Pinto fá-lo numa perspectiva de direita nacionalista sobre os últimos anos do anterior regime, os fenómenos de liberalização e da “primavera política”, a condução da Guerra do Ultramar e as origens do Movimento dos Capitães.
Ou seja, é uma história do fim do regime anterior e da revolução de Abril, vistos da direita.
O Fim do Estado Novo e as Origens do 25 de Abril, é uma edição revista e actualizada de uma obra em 2 volumes publicada em 1976-77 e desde então esgotada.
INDISPONÍVEL

#Livro História de Portugal XIII Do 28 de Maio ao Estado Novo

Livro: História de Portugal volume XIII Do 28 de Maio ao Estado Novo (1926-1935)
Autor: Joaquim Veríssimo Serrão
Editora: Editorial Verbo
Peso: 1600 g
«O volume xiii abrange os dez anos que vão do início da Ditadura ao estabelecimento do Estado Novo e à consolidação da II República na sua vertente corporativa.
Com análise da história política, financeira e militar, seguido de um estudo da política colonial e das relações diplomáticas. Contém, ainda, uma parte consagrada à administração pública e à sociedade, assim como às actividades económicas, finalizando com temas da religião e da assistência, da instrução e da cultura.
A obra vem acompanhada de abundantes notas infrapaginais susceptíveis de ajudar os estudiosos em qualquer aprofundamento da matéria.»
INDISPONÍVEL

Livro Vítimas de Salazar Estado Novo e Violência Política

Livro Vítimas de Salazar Estado Novo e Violência Política 1ª edição 2007
Livro: Vítimas de Salazar Estado Novo e Violência Política
Autor: vários
Editora: Esfera dos Livros
1ª edição 2007
Peso: 950 g
Prefácio de Fernando Rosas.
Durante mais de 30 anos António de Oliveira Salazar governou Portugal com punho de ferro. Através de um regime nacionalista, autoritário e repressivo despolitizou-se, desmobilizou a participação cívica dos portugueses e criou uma única e determinada imagem do país. Pretensamente sem conflitos, problemas, miséria e dificuldades, segundo a norma de «o que se parece é». Mas os homens e mulheres de então tinham fome, viviam amordaçados pelo lápis azul dos censores, controlados por escutas telefónicas ou violação do seu correio, intimidados pelos informadores que colaboravam com o regime. Atormentados pelas torturas da estátua ou do sono perpetradas pela PIDE. Julgados por tribunais fantoches onde a liberdade ficava à porta e onde os próprios advogados passavam a réus. Se a sua atitude fosse considerada suspeita eram saneados, impedidos de exercer a função pública, exilados ou deportados para campos de concentração, ou simplesmente assassinados. Estes homens e mulheres têm um rosto, sofreram a repressão, enfrentaram-na de forma corajosa e muitos morreram de forma heróica a combatê-la. São as Vítimas de Salazar.
Ref. 5412 W-OM
Preço: 34,99€

#Livro A Maçonaria Portuguesa e o Estado Novo

Livro: A Maçonaria Portuguesa e o Estado Novo
Colecção: Participar nº 5
Autor: A. H. de Oliveira Marques
Editora: Publicações Dom Quixote
2ª edição 1983
Peso: 675 g
2ª edição revista e aumentada, de uma obra fundamental para a história da Maçonaria e do Estado Novo.
"O tema central escolhido por Oliveira Marques para este seu livro foi a extinção oficial da Maçonaria portuguesa pelo governo de Salazar. Mas como essa extinção se não pode compreender sem, uma série de documentos anteriores, a obra cobre um maior período de tempo e uma mais larga série de factos."
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