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Livro Baudelaire e Flaubert Na raia da modernidade

Livro: Baudelaire e Flaubert Na raia da modernidade
Autor: Maria Alzira Moura Guedes
Editora: Vega
Peso: 225 g
Quais as afinidades e divergências estético-literárias, o diálogo e o conflito, se é que tal existiu, entre duas das maiores figuras da literatura francesa que foram incontestavelmente Baudelaire e Flaubert? De que modo diferenciado concebiam eles a escrita como expressão superior da arte e da Vida e afirmação da sua individualidade? Defendendo Baudelaire, pela via da teorização das correspondências, que o contacto com o Uno tão somente se viabiliza mediante a percepção da multiplicidade e tendo Flaubert procurado perscrutar e enaltecer o Belo a partir do quotidiano vulgar, géneros literários bem diferentes, que aspectos podemos encontrar nas suas obras que os façam divergir, ou, pelo contrário, aproximá-los? Não serão, cada um a seu modo, os arautos da Modernidade? E este o elo de ligação? Estas são algumas das questões que a autora, numa visão muito pessoal, aprofunda neste ensaio.
Preço: 29,99€

Livro A Fanfarlo Charles Baudelaire Hiena

Livro: A Fanfarlo
Colecção: Cão Vagabundo nº 19
Autor: Charles Baudelaire
Editora: Hiena
1988
Peso: 125 g
Tradução de António Guerreiro e Fernando Guerreiro.
O Fanfarlo é uma novela de inspiração autobiográfica que Baudelaire publicou em 1847, quando tinha apenas 25 anos. O jovem poeta Samuel Cramer tenta ajudar o seu antigo amor, Madame de Cosmelly, a desfazer o romance entre o seu marido e a famosa dançarina Fanfarlo. Para esse fim, ele finge estar apaixonado pela actriz, mas leva o papel tão a sério que cai na sua própria armadilha.
Preço: 9,99€ - FOTOS ADICIONAIS

Livro Os últimos dias de Charles Baudelaire

Livro: Os últimos dias de Charles Baudelaire
Autor: Bernard-Henri Lévy
Editora: Quetzal Editores
Peso: 500 g
Assinatura de posse. Afásico, atormentado pela sífilis, pelas convulsões. Por imagens do que ele gostaria de ter sido e pela imaginária perseguição que lhe move o clã de Victor Hugo, o poeta Charles Baudelaire briga com a morte num quarto de hotel em Bruxelas.
É lá que vai encontrá-lo o romance de Bernard-Henry Lévy, menos uma biografia convencional e mais um patchwork em que se misturam a fantasia, a investigação romanesca, a história de uma época, a análise da sexualidade, religião e uso das drogas em determinado contexto, e gêneros múltiplos que servem como veículo para os personagens que recontam a saga baudelairiana: Jeanne Duval, a terrível Mme. Aupick, mãe de Charles, o editor Poulet-Malassis, o fotógrafo Charles Neyt e sua última locatária, Mme. Lepage. Uma obra envolvente que fez Bernard-Henry Lévy assegurar o lugar de grande romancista.
Preço: 5,99€

Revistas Colóquio Artes e letras e Artes Visuais Música e Bailado 1959 a 1990

Preço unitário desde 9,99€
Livro: Revistas Colóquio Artes e letras / Colóquio Artes Visuais Música e Bailado
Autor: vários
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
Peso unitário: 600 g
Colóquio Artes e Letras:
- nº 4 Julho de 1959 - Amadeo ; Renascimento ; Abel Lacerda ; Bailado; O sono
- nº 5 e 6 Novembro de 1959 - Cerâmica Turca ; Josefa de Óbidos ; Barroco ; Cicuta ; Lírica Sá-Carneiro
- nº 7 Fevereiro de 1960 - Toros Y Gallos
- nº 9 Junho de 1960 - Abel Manta ; Pintura Inglesa
- nº 10 Outubro de 1960 - Exposição Henriquina Belém ; Bergson ; Bienal Veneza ; Velásquez
- nº 11 Dezembro de 1960 - Colecção D´Ulmar ; Museu Alpiarça ; Poussin ; Klee ; Francisco de Hollanda
- nº 13 Maio de 1961 - Pombal ; Vergílio Ferreira ; Fernando Pessoa ; Museu de Setúbal ; Murillo ; Santa Catarina
- nº 19 Julho de 1962 - Erasmo ; Vernei ; Museu Alberto Sampaio ; Francisco Smith Vianna da Motta
- nº 49 junho de 1968 - Eça de Queirós ; Poesia Açoriana ; Gil Vicente ; José Rodrigues ; Carlos Botelho ; Goya
- nº 51 dezembro de 1968 - Chateaubriand; Rainer ; René ; Miró ; Amadeo
- nº 52 fevereiro de 1969 - Baudelaire ; Fernando Pessoa na África do Sul ; António Sérgio ; António Dacosta ; Arte Indo Portuguesa ; Sé de Viseu ; Domingos António de Sequeira ; Caixilhos da Talha Barroca
- nº 53 abril de 1969 - Mito de Tarzan ; Macau janela Ocidental da China ; Palácio de Sintra ; Venceslau de Morais ; Columbano
- nº 54 junho de 1969 - Raul Brandão e Marcel Proust ; Rembrandt
- nº 58 abril de 1970 - Vieira da Silva
Colóquio Artes Visuais Música e Bailado
- nº 3 junho de 1971 - Cinema Brasileiro ; Pinturas modernas num café de Lisboa
- nº 14 outubro de 1973 - João Cutileiro
- nº 16 fevereiro de 1974 - Jorge Guerra Fotógrafo ; Alberto Carneiro
- nº 48 Março de 1981 - 1.º Congresso Nacional de Arquitectura, 1948 ; Exposição do Mundo Português, 1940 ; Goya
- nº 53 de Junho 1982 - Os 40 anos na Arte Portuguesa
- nº 68 Março de 1986 - A arte excursionista Picasso
- nº 73 Março de 1987 - 1900 Avenidas Novas - Arquitecto Norte Júnior ; Velasquez ; Le Corbusier ; Bernardo Soares ; Fernando Pessoa ; Amadeo
- nº 74 Março de 1987 - Barroco Pintura Gracinda Candeias ; Rafael Bordalo Pinheiro ; A arte portuguesa do século XIX
- nº 75 Março de 1987 - 25 anos dança e bailado em Portugal ; Henrique Ruivo
- nº 76 Março de 1988 - Barroco portugueses ; Helena Almeida ; Liliane Touraine
- nº 77 de Junho 1988 - Vieira da Silva
- nº 78 de Setembro 1988 - Fernando Alvarenga ; Pessoa ; O bailado
- nº 87 de Dezembro 1990 - A Exposição do Mundo Português ; António Pedro ; Andy Warhol
Preço unitário desde 9,99€

Livro Mário Botas Spleen INCM 1988

Livro: Spleen
Autor: Mário Botas
Editora: Imprensa Nacional Casa da Moeda INCM
1988
Peso: 900 g
Obra central de Botas em volta do poema de Baudelaire «Spleen de Paris». Apresentação :«Do Poeta-Pintor ao Pintor-Poeta» de Almeida Faria. Magnificamente ilustrado com 50 desenhos de Mário Botas, em folhas à parte.
Preço: 49,99€

Livro Simbolismo Michael Gibson Taschen 25 anos

Livro: Simbolismo
Autor: Michael Gibson
Editora: Taschen
Peso: 1800 g
Exemplar novo, embalado. Edição em português, 25 anos Taschen.
Foi na França e na Bélgica, os berços do simbolismo literário, que a pintura simbolista nasceu. Mergulhou de cabeça no espaço cultural aberto pela poesia de Baudelaire e Mallarmé e pelas óperas de Wagner. Os pintores simbolistas procuraram não representar aparências, mas expressar "a idéia", e o imaginário, portanto, desempenha um papel importante em seu trabalho. "Sonho" era o credo deles; eles execraram, com um ódio fanático, impressionismo, realismo, naturalismo e cientificismo. O principal princípio do simbolismo, o das "correspondências", era alcançar a harmonia entre todas as diferentes artes, ou mesmo realizar a obra de arte total (Gesamtkunstwerk) que Wagner sonhava criar. O que redescobrimos hoje, após um período de negligência, é o seguinte: a pintura simbolista é essencial para nossa compreensão da arte moderna, não apenas porque se espalhou pelo mundo como um incêndio, criando discípulos da Rússia para os Estados Unidos, do norte da Europa para o norte Mediterrâneo, mas porque foi a fonte de uma série de mutações sem as quais a arte moderna não seria o que é.
Preço: 19,99€