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#Livro Infocracia A Digitalização a Crise da Democracia Byung-Chul Han

Livro: Infocracia
Colecção: Antropos
Autor: Byung-Chul Han
Editora: Relógio D'Água
2022
Peso: 190 g
Tradução de Ana Falcão Bastos. 
A digitalização avança em quase todas as áreas sociais num fluxo ininterrupto. Influencia agora também a esfera política, levando a grandes alterações nos processos democráticos.
As campanhas eleitorais são travadas como guerras de informação com recursos a todas as redes e meios tecnológicos e psicológicos concebíveis. Os social bots — contas falsas automatizadas nas redes sociais —, as teorias da conspiração, as fake news, os discursos de ódio influenciam a formação de opiniões e os votos.
A psicometria digital e a psicopolítica são usadas para impor comportamentos que ignoram as decisões conscientes.
Este novo ensaio de Byung-Chul Han analisa a atual crise da democracia como resultado da mudança estrutural da esfera pública provocada pelo recurso aos meios digitais.
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#Livro Entretenimento e Paixão na História do Ocidente Byung-Chul Han

Livro: Entretenimento e Paixão na História do Ocidente
Colecção: Antropos
Autor: Byung-Chul Han
Editora: Relógio D'Água
2019
Peso: 285 g
Tradução de Miguel Serras Pereira. 
O entretenimento, a distração e a intranscendência afirmam-se nos mais diversos âmbitos da sociedade ocidental, alterando a compreensão do mundo. "A totalização do entretenimento tem como consequência um mundo hedonista."
Os valores que se lhe opõem são os da paixão, próprios das culturas cristãs, em que tradicionalmente se enaltece o trabalho, o esforço, o sofrimento e a seriedade. A arte relacionada com esses valores é a que integra o sofrimento e o combate entre o bem e o mal. Perante esta oposição, parece impossível qualquer reconciliação. Mas, como mostra Byung-Chul Han, o jogo e a paixão talvez não sejam tão antagónicos como poderiam parecer. Para o provar, o filósofo germano-coreano toma como referência Kant, Hegel, Nietzsche, Heidegger, Luhmann e Rauschenberg, e analisa as formas de entretenimento surgidas ao longo da história, evidenciando a importância do ócio nos nossos sistemas sociais.
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#Livro Topologia da violência Byung-Chul Han

Livro: Topologia da violência
Autor: Byung-Chul Han
Editora: Editora Vozes
2017
Peso: 250 g
Tradução de Enio Paulo Giachini. A violência é uma constante da vida humana. Mas as suas formas variam de acordo com a evolução das sociedades. Hoje em dia ainda há bastante violência aberta. Mas, em muitos aspetos, a violência passou de visível a invisível, de direta a mediada, de real a virtual, de física a psíquica, de negativa a positiva.
Retirou-se para espaços menos comunicativos, de tal modo que dá a impressão de que quase desapareceu. No essencial, verifica-se uma transformação topológica da violência na atual sociedade, que Byung-Chul Han tem caracterizado como sociedade do cansaço e da transparência.
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#Livro A Salvação do Belo Byung-Chul Han

Livro: A Salvação do Belo
Colecção: Antropos
Autor: Byung-Chul Han
Editora: Relógio D'Água
Peso: 265 g
Tradução de Miguel Serras Pereira.
O liso, o polido, a ausência de vincos são, na época atual, identificados com o belo. É isso que existe em comum entre as esculturas de Jeff Koons, alguns smartphones e a depilação. Estas características evidenciam um excesso de positividade que Byung-Chul Han já tinha abordado noutros ensaios, mas que aqui desenvolve nos campos da arte e da estética. Porque é que nos agrada tanto o polido?, pergunta Han. Porque não oferece resistência nem nos causa incómodo ou dor. O belo digital é um espaço liso do que é idêntico e recusa a estranheza, a alteridade, a negatividade. O que considerávamos naturalmente belo atrofiou-se no liso e o polido do belo digital. Hoje o belo converteu-se naquilo de que se diz gosto, em qualquer coisa de agradável, que se avalia pelo seu caráter imediato e pelo valor de uso e consumo. Mas sem a negatividade da quebra do outro fica prejudicado o acesso ao belo natural e anulada a distância contemplativa. A beleza é diferida, não é um brilho momentâneo, mas qualquer coisa que ilumina em silêncio e através de desvios e mediações. Não se pode encontrar a beleza no contacto imediato, é mais frequente que surja como reencontro e reconhecimento.
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#Livro Rostos da Morte Investigações filosóficas sobre a Morte Byung-Chul Han

Livro: Rostos da Morte Investigações filosóficas sobre a Morte
Colecção: Antropos
Autor: Byung-Chul Han
Editora: Relógio D'Água
2021
Peso: 420 g
Tradução de Miguel Serras Pereira. A perda pela morte é irreversível e também por isso é difícil olhá-la de frente. Mas a reflexão sobre a morte pode convertê-la numa experiência viva. Byung-Chul Han fala-nos da caleidoscópica variedade da morte, através das suas leituras de Adorno, Heidegger, Derrida, Levinas, Kafka e Handke.
Este seu livro procura tornar audível a linguagem da morte, que nos vai interpelando ao longo da vida. É assim que se abrem novas perspectivas, surgindo a morte como criadora de espaços habitáveis para a nossa existência mortal.
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