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Livros História de Portugal Fortunato de Almeida 15 Volumes

Coleção completa em capa dura preta da História de Portugal de Fortunato de Almeida, Promoclube. Foto exibe as lombadas alinhadas com detalhes em vermelho.

Livro: História de Portugal
Autor: Fortunato de Almeida
Editora: Promoclube
Peso: 8800 g
Carimbo e autocolante de biblioteca. Encadernações do editor em capa dura. Ilustrado no texto e em extratexto com gravuras, fotografias a cores e fac-símiles de documentos. Fortunato de Almeida Pereira de Andrade (Coimbra, 15 de Abril de 1869 - Vilar Seco, 27 de Setembro de 1933), mais conhecido por Fortunato de Almeida, foi um distinto professor liceal e historiador, autor de uma História de Portugal. Fortunato de Almeida dedicou toda a sua vida ao estudo e ao ensino, deixando uma obra que evidencia o seu trabalho de professor e de investigador da história de Portugal.
Ao longo da sua vida publicou uma valiosa obra historiográfica, continuando o trabalho de Alexandre Herculano e de Henrique da Gama Barros. A sua História de Portugal é uma obra monumental, de imenso labor e investigação, tanto mais extraordinária por ser uma obra individual.
Nela o autor narra a história do desenvolvimento de Portugal desde a Lusitânia pré-histórica até ao reinado de D. Manuel II. Fortunato de Almeida ocupou um lugar de relevo nos estudos históricos, geográficos, literários, políticos e religiosos da última década do século XIX e nas três primeiras do século XX, como é realçado no Dicionário da História de Portugal, onde se reconhece que o historiador «consagrou toda a sua vida ao estudo e ao ensino, legando-nos uma obra copiosa que atesta o seu trabalho de mestre e investigador».
Ref. 0396-W-OM
Preço do conjunto: 74,99€

 

Ferro de Engomar a Carvão ALBA Número 0 Vintage

Ferro de engomar a carvão Alba número 0 antigo, em ferro fundido com ferrugem, grelha interior e pega de madeira a vermelho
Ferro de Engomar a Carvão ALBA Número 0 com grelha para cinzas
Medidas: 13 x 12 x 5,5 cm
Peso: 750 g
Este ferro de engomar a carvão número 0 foi produzido pela prestigiada marca nacional Alba, conhecida pelos seus utensílios domésticos de fabrico robusto. Feito integralmente em ferro fundido, apresenta um corpo oco com tampa articulada e fecho dianteiro, permitindo a colocação do carvão incandescente no seu interior. A base plana assegura uma distribuição uniforme do calor, enquanto o cabo em ferro oferece resistência e controlo durante o uso. Pega em madeira pintada a vermelho. Preserva a grelha original para as cinzas. A peça apresenta o número do modelo em relevo. 
Ref. 0074-OM
Preço: 39,99€

SABIA QUE:
A Alba foi uma fábrica portuguesa fundada no início do século XX, em Águeda, especializada na produção de utensílios domésticos em ferro fundido, como ferros de engomar, fogões, panelas e aquecedores. Tornou‑se uma das marcas mais reconhecidas em Portugal no setor da metalurgia pesada para uso doméstico, desempenhando um papel relevante na história industrial portuguesa.
Este ferro de engomar é típico de uma época em que os objetos domésticos eram concebidos para durar, fabricados com materiais robustos e resistentes. A sua função consistia em engomar a roupa através do calor gerado internamente por carvão em brasa, colocado no interior do corpo metálico.
O uso deste tipo de ferro foi comum entre o final do século XIX e a primeira metade do século XX, sobretudo em ambientes rurais ou em locais sem acesso à eletricidade. Atualmente, além de ser um testemunho do engenho doméstico de outras épocas, é frequentemente utilizado como peça decorativa em ambientes rústicos ou integrado em coleções de antiguidades.

Raríssimo Ferro de Engomar Antigo a Álcool FELDMEYER (c. 1900) Relíquia de Colecção

Raríssimo Ferro de Engomar Antigo a Álcool FELDMEYER (c. 1900) Relíquia de Colecção
Ferro de Engomar Antigo a Álcool FELDMEYER
Época: Circa 1895–1910
Medidas: 25 x 20 x 8 cm
Peso: 2600 g
Peça marcante da engenharia doméstica europeia da transição do século XIX para o século XX. Este ferro de passar autoaquecido a combustível líquido (álcool desnaturado) foi fabricado sob o sistema patenteado pelo célebre inventor alemão Josef Feldmeyer (Würzburg), representando uma autêntica revolução tecnológica anterior à era da eletricidade.
Sistema Autoaquecido: Ao contrário dos ferros comuns, este modelo inovador mantinha o calor constante através de um queimador interno alimentado pelo depósito cilíndrico traseiro em latão/bronze com a válvula de regulação. Corpo Ventilado: As laterais da estrutura em metal apresentam duas filas geométricas de orifícios circulares, desenhados para a oxigenação perfeita da chama interna e libertação controlada do calor. Pega Anatómica "Cabo de Serra": Um dos pormenores mais cobiçados da marca é a sua pega em madeira maciça envernizada com design ergonómico, assente sobre uma elegante placa oval ornamentada que funcionava como escudo térmico para proteção das mãos. Apresenta respingos de tinta. 
A peça apresenta oxidação, com marcas naturais do tempo que atestam a sua antiguidade e uso genuíno há mais de um século, mantendo a integridade estrutural mecânica original. Inoperacional.
Peça de elevado interesse para colecionadores de antiguidades técnicas, museus industriais ou como um elemento decorativo singular e requintado em habitações rústicas, escritórios, hotéis de charme ou montras exclusivas.
Ref. 0091-OM
Preço: 59,99€

Livro Canções desta Negra Vida Eugénio de Castro 1ª edição 1922

Livro Canções desta Negra Vida Eugénio de Castro 1ª edição 1922
Livro: Canções desta Negra Vida
Autor: Eugénio de Castro
Editora: Lumen Empresa Internacional Editora
1ª edição 1922
Peso: 160 g
A 4 de março de 1869, nasce o poeta português Eugénio de Castro. A obra de Eugénio de Castro pode ser dividida em duas fases: na primeira, a fase simbolista, que corresponde à sua produção poética até o fim do século XIX, Eugénio de Castro apresenta algumas características da Escola Simbolista, como o uso de rimas novas e raras, novas métricas, sinestesias, aliterações e vocabulário mais rico e musical.
Na segunda fase ou neoclássica, que corresponde aos poemas escritos já no século XX, vemos um poeta voltado à Antiguidade Clássica e ao passado português, revelando um certo saudosismo, característico das primeiras décadas do século XX em Portugal.
Ref. 5517-S/L-OM
Preço: 19,99€

Bilhetes de Admissão Bazar de Caridade século XIX

Bilhetes de Admissão Bazar de Caridade
- Bazar de Caridade no Palácio Ouguella Bilhete de Admissão Preço 200 Réis (3)
- Bazar de Caridade no Palácio Ouguella Bilhete de Admissão Preço 50 Réis (2)
- Árvore de Natal Salão do Theatro da Trindade Entrada de dia 400 réis
Medidas 8,8x5,2cm / 9,7x5,5cm 
Cartonados
"Na semana que decorreu entre 11 a 18 de Dezembro do ano de 1898, realizou-se um Bazar de Caridade, no palácio Ouguela — onde em tempos estiveram instalados os 13 primitivos Armazéns do Chiado, não os actuais —, promovido por grupo de senhoras da nossa melhor sociedade e presidido por Sua Majestade a senhora D. Maria Pia, a favor dos padres irlandeses, para suprir as despesas com as obras de restauração da sua igreja. Compunham a comissão a rainha senhora D. Amélia, El-Rei D. Carlos, as senhoras duquesa de Palmela, marquesas de Belas, Rio Maior e Unhão, condessas de Burnay e das Alcáçovas, e viscondessas de Sabugosa, Coruche, Antas, Tarouca, Ouguela, Bretiandos, Odivelas e Paraty. Chefiando a barraca do Corpo Diplomático, a senhora ministra de Inglaterra, Lady Macdnell.
Esteve muito em voga no final do século passado, tanto em Portugal como noutros países da Europa, esta forma de caridade. Artigos originais (1880 a 1895), não se trata de reproduções.
INDISPONÍVEL
- Árvore de Natal Salão do Theatro da Trindade Entrada de dia 300 réis
Ref. 4279-OM
Preço unitário: 4,99€

Livro D. Carlos de Bragança e a sua Arte José Dias Sanches 1964

Estudo ilustrado sobre a obra artística de D. Carlos I, analisando o seu papel na pintura portuguesa do final do século XIX.
Livro: D. Carlos de Bragança e a sua Arte
Autor: José Dias Sanches
Editora: Edição do Autor
1ª edição 1964
Peso: 155 g
Capa de brochura. Obra ilustrada com duas foto-gravuras em separado de D. Carlos, uma ainda jovem e outra já adulto. Estudo sobre a obra artística de D. Carlos de Bragança, rei de Portugal e pintor de reconhecido mérito. A obra analisa a faceta artística do monarca, contextualizando a sua produção pictórica e o seu papel no panorama artístico português do final do século XIX. Arte portuguesa, D. Carlos I, monarquia, pintura, história da arte, estudos biográficos, Casa de Bragança.
Ref. 4378-HO1814-Ag2-OM
Preço: 19,99€

Livro O Último Vice-Rei do Brasil Rocha Martins 1927

Livro O Último Vice-Rei do Brasil Rocha Martins 1927

Livro: O Último Vice-Rei do Brasil
Autor: Rocha Martins
Editora: Edição do Autor
1927
Peso: 750 g
Encadernação com lombada e cantos em pele. Conserva as capas da brochura. Composto e impresso nas Oficinas Gráficas do «ABC»
Estudo histórico sobre a vida "(...) oitavo conde dos Arcos de Val-de-Vez e que foi, com todo o seu esplendor e com todas as suas energias, o último Vice-Rei do Brasil", D. Marco de Noronha e Brito. Ilustrado com reproduções fotográficas de retratos e de documentos, impressas em folhas à parte. Brasil, Colonização, História de Portugal Século XIX.
Ref. 5026-OM
Preço: 69,99€

Livro As Aventuras de Huckleberry Finn Mark Twain Grandes obras

A picaresca fuga do jovem Huck Finn e do escravo Jim numa jangada pelo rio Mississípi. Obra-prima sobre a liberdade de Mark Twain. Texto integral.

Livro: As Aventuras de Huckleberry Finn
Colecção: Grandes Obras Europa-América nº143
Autor: Mark Twain
Editora: Publicações Europa-América
2ª edição
Peso: 210 g
Livro de Bolso. Capa de brochura. Este livro pode ser interpretado como uma simples história sobre as aventuras de um rapaz no Vale do Mississípi durante a segunda metade do século XIX. Mas a diversidade da experiência humana e as situações humorísticas e dilacerantes por que passa Huck fazem dele uma obra ímpar, uma das mais brilhantes sátiras contra o racismo, a escravatura e a falsa moralidade religiosa do sul dos Estados Unidos antes da Guerra Civil.
Ref. 5822-W-OM
Preço: 5,99€

Livro Guilhermina Mário Cláudio Círculo de Leitores

Livro Guilhermina Mário Cláudio Círculo de Leitores

Livro: Guilhermina
Autor: Mário Cláudio
Editora: Círculo de Leitores
1987
Peso: 300 g
Encadernação de capa dura com sobrecapa. Ilustrado. Capa de Antunes. 
Obra dedicada à extraordinária violoncelista, nascida no Porto no século XIX, Guilhermina de Medin Suggia. Ilustrada com reproduções fotográficas.
Ref. 0337-W-OM
Preço: 11,99€

Livro Serões da Província Júlio Dinis Livros de Bolso Europa-América

Antologia de contos de Júlio Dinis que retrata com sensibilidade a vida rural portuguesa do século XIX entre o Romantismo e o Realismo.
Livro: Serões da Província
Colecção: Livros de Bolso Europa-Ámerica nº 17
Autor: Júlio Dinis
Editora: Publicações Europa-América
Peso: 200 g
Capa de brochura. Obra por onde perpassa um sopro de Dickens e de Balzac, mas com a leveza de palavras e da fábula própria do autor. Publicada originalmente em 1870, a obra Serões da Província é uma antologia de contos e novelas que Júlio Dinis escreveu para o Jornal do Porto entre 1862 e 1864. A obra oferece um retrato fiel e sentimental da vida rural e dos costumes portugueses do século XIX, marcada pela transição entre o Romantismo e o Realismo.
Ref. 5576-W-OM
Preço: 2,99€

Livro A Torre de Barbela Ruben A.

Livro A Torre de Barbela Ruben A.
Livro: A Torre de Barbela
Colecção: Novos Continentes nº 2
Autor: Ruben A.
Editora: Editorial Presença
Peso: 350 g
Assinatura de posse. Capa de brochura. 
Todas as tardes, ao cair do crepúsculo, no momento em que termina a visita dos turistas à Torre da Barbela, edificada por Dom Raymundo da Barbela, com trinta e dois metros de altura e classificada como monumento nacional por ser a única torre triangular da Península, os Barbela ressuscitam, trazendo consigo ódios e amores de outras épocas.
Em volta da Torre transfigurada reúnem-se os parentes modernos e antigos da família, "primos vestidos em séculos diferentes e com bigodes conforme a época". Entre eles contam-se Dom Raymundo, poeta e primo de Dom Afonso Henriques, ao lado de quem combateu contra os leoneses; o Cavaleiro de aventuras, que percorre os montes com Vilancete, grande garrano da Ribeira de Lima, e seguido por Abelardo, o falcão que o auxilia na caça; a linda D. Mafalda, cujo formato dos vestidos copia os modelos de Watteau e Fragonard e se corresponde com Beckford; a princesa Brites, célebre no século XIX; Madeleine, "prima que veio de Paris cheia de cores"; Frey Ciro, o santo da família, e a bruxa de São Semedo.
Ref. 2347-OM
Preço: 24,99€

Prato Louça Sacavém Gilman & Cta Vintage Art Déco

Fábrica de Loiça de Sacavém Gilman & Cta 
Prato em faiança Art Déco 
Apresenta decoração geométrica e floral estilizada, típica da estética modernista da época, com rebordo marcado por segmentos verticais e pequenos painéis policromos.
A faiança exibe o característico vidrado associado às produções históricas de Sacavém, reforçando o valor decorativo e colecionável da peça. O verso apresenta marca de fabrico Gilman & Cta N 4EM, garantindo autenticidade.
Dimensão: 25 cm Ø
Peso sem embalagem: 504 g
A Fábrica de Loiça de Sacavém, fundada em 1856, foi uma das mais emblemáticas unidades cerâmicas portuguesas, reconhecida internacionalmente pela excelência das suas faianças utilitárias e decorativas. A designação "Gilman & C.ª" remete para a histórica administração britânica que assumiu os destinos da empresa na transição para o século XX e elevou os padrões de qualidade e design da fábrica. Esta peça em particular é um magnífico testemunho do período modernista da fábrica. Através do cruzamento do selo estampado com a marcação incisa "4EM" gravada diretamente na massa no tardoz, a produção desta peça fica firmemente datada entre as décadas de 1930 e 1940, correspondendo ao apogeu da estética Art Déco em Portugal. Peças com este grafismo geométrico e vanguardista romperam com o tradicionalismo do século XIX, sendo hoje em dia altamente colecionáveis pela sua relevância na história do design industrial português.
Peça em muito bom estado, decoração íntegra, sem perdas, sem restauros e sem sinais de desgaste, ideal para colecionadores exigentes.
Ref. 5967-OM
Preço: 24,99€

Livro O Conde d’Abranhos e a Catástrofe Eça de Queirós

Sátira política de Eça sobre ambição, corrupção e vaidade no século XIX. Edição Porto Editora.
Livro: O Conde d’Abranhos e a Catástrofe
Autor: Eça de Queirós
Editora: Porto Editora
2010
Peso: 255 g
Capa de brochura. Poucos textos, como O Conde d’Abranhos, se tornaram tão célebres nas letras portuguesas e tantas vezes nenhum outro foi citado como um dos mais polémicos que Eça de Queiroz concebeu. Retrato de um político - do «político», diríamos - recupera a lição que no seu tempo era ainda fortíssima e que se impusera como arquétipo do procedimento público de certas figuras que desde as lutas domésticas tinham dominado a cena política nacional. Não sabemos hoje se o Conde d’Abranhos corresponde a um modelo ou se pretende retratar uma personagem real, naturalmente caricaturizada e exagerada. No entanto em muitos aspectos da caracterização do Conde estão latentes algumas das facetas de diversos políticos do século XIX cuja actuação e actividades escandalizaram finalmente a nação após o que parecia ser o curso impune das suas imoralidades e perfídias. Obra de notável perspicácia social onde o grande escritor revela, uma vez mais, a sua extraordinária capacidade analítica, O Conde d’Abranhos é um texto audaz e infelizmente inultrapassado em tantos aspectos da crítica mordaz e da sátira que nele atingem momentos inexcedíveis.
Ref. 0240-OM
Preço: 4,99€

Livro História Imortal Karen Blixen

Livro História Imortal Karen Blixen

Livro: História Imortal
Colecção: O Imaginário nº 9
Autor: Karen Blixen
Editora: Assírio & Alvim
1985
Peso: 175 g
Capa de brochura. Tradução de Aníbal Fernandes. Mr. Clay, um comerciante da Cantão dos anos 60 do século XIX, ouvira um dia contar que um marinheiro fora uma vez abordado por um velho muito rico que lhe ofereceu cinco guinéus se se dispusesse a engravidar a sua jovem mulher que não lhe dava filhos.
Quando soube que esta era uma história que muitos marinheiros contavam, decidiu torná-la realidade.
Ref. 1650-OM
Preço: 9,99€

Livro História de Jesus para as criancinhas lerem Gomes Leal

Livro infantil ilustrado sobre a vida de Jesus, escrito por Gomes Leal. Edição Vega.
Livro: História de Jesus para as criancinhas lerem
Autor: Gomes Leal
Editora: Editorial Vega
Peso: 220 g
Capa de brochura. Ilustrado a cores. Escrito originalmente numa fase tardia da vida do poeta, o livro reconstrói os passos fundamentais da vida de Jesus de forma poética, modesta e virginal. Um texto belíssimo e de forte pátina nostálgica, ideal tanto para a introdução à leitura infantil como para colecionadores da poesia e da literatura do fim do século XIX e início do século XX em Portugal.
Ref. 4721-OM
Preço: 9,99€

 

Livro Jean Christophe Romain Rolland

Romance monumental de Romain Rolland sobre a vida e a arte de Jean‑Christophe, inspirado em Beethoven.
Livro: Jean Christophe Volume I
Colecção: Autores de Sempre
Autor: Romain Rolland
Editora: Livros do Brasil
Peso: 585 g
Capa de brochura.  Tradução de Vidal de Oliveira e Carlos Dante de Morais. Esta obra foi um dos principais motivos que levou a Academia Sueca a atribuir o Prémio Nobel da Literatura a Romain Rolland em 1915. 
Este Primeiro Volume reúne num só tomo os primeiros três livros do autor ('O Alvorecer', 'A Manhã' e 'O Adolescente'), tornando-o o ponto de partida perfeito para conhecer a vida do génio inspirado em Beethoven!
"Romain Rolland desenvolve a biografia imaginária de Jean-Christophe Krafft, um gênio da música, do nascimento à morte, traçando um amplo quadro sócio-político da última metade do Século XIX, uma época de decomposição moral e social da França. Personagem parcialmente baseado em Ludwig van Beethoven, de quem, aliás, Rolland escreveu uma biografia, Jean-Christophe é um herói criado para ver e julgar a sua época, agindo não pelo pensamento ou pela força mas pelo coração. E, na verdade, Rolland vê e julga pelos olhos e palavras de seu alter ego, com comentários corajosos sobre música, artes plásticas, literatura, poesia e costumes."
Ref. 4642-OM
Preço: 9,99€

Livro Querido Corto Maltese Susana Fortes

Livro Querido Corto Maltese Susana Fortes
Livro: Querido Corto Maltese
Colecção: Estórias
Autor: Susana Fortes
Editora: Editorial Teorema
Peso: 210 g
Assinatura de posse. Romance galardoado com o I Prémio Novos Narradores.
"Ana, uma jovem ensimesmada nas suas efabulações literárias e cinematográficas, que vive a realidade como desejo ou sonho, conhece F., um maduro professor, misterioso e retraído, o qual identifica, desde o primeiro momento, com o legendário Corto Maltese, herói de banda desenhada que povoa as suas fantasias mais íntimas. Lisboa e Havana, cidades em que Ana leva a cabo uma investigação sobre o tráfico de escravos no início do século XIX, fascinada pelo diário de um escravo africano que consegue fugir e converter-se em chimarrão, são o cenário romântico desta apaixonada história que reflecte os limites subtis, às vezes enganadores e sempre perversos, entre o amor e a entrega, a liberdade e a escravidão."
Ref. 9428 W-OM
Preço: 9,99€

Livro Só António Nobre Livraria Tavares Martins 1955

Edição clássica de Só, a obra maior de António Nobre, em brochura Tavares Martins (1955).
Livro: Só
Autor: António Nobre
Editora: Livraria Tavares Martins
10ª edição 1955
Peso: 520 g
Capa de brochura. Exemplar por abrir. Contém fac-símile de poema do autor na capa posterior de brochura. Exemplar rubricado pelo representado dos Herdeiros do Autor: Maria Angélica Andresen de Castro Barbosa.
"Ouvi estes carmes que eu compus no exílio,
Ouvi-os vós todos, meus bons Portugueses!
Pelo cair das folhas, o melhor dos meses,
Mas, tende cautela, não vos faça mal...
Que é o livro mais triste que há em Portugal!"
No dia 16 de agosto de 1867 nasceu o poeta português António Nobre. António Pereira Nobre, mais conhecido como António Nobre, foi um poeta português cuja obra se insere nas correntes ultra-romântica, simbolista, decadentista e saudosista (interessada na ressurgência dos valores pátrios) da geração finissecular do século XIX português. A sua principal obra, Só (Paris, 1892), é marcada pela lamentação e nostalgia, imbuída de subjetivismo, mas simultaneamente suavizada pela presença de um fio de auto-ironia e com a rotura com a estrutura formal do género poético em que se insere, traduzida na utilização do discurso coloquial e na diversificação estrófica e rítmica dos poemas.
Ref. 3086-OM
Preço: 24,99€

Livro Joana D'Arc A Cotovia Jean Anouilh Teatro

Livro Joana D'Arc A Cotovia Jean Anouilh Teatro
Livro: Joana D'Arc A Cotovia
Colecção: Presença nº 26
Autor: Jean Anouilh
Editora: Editorial Presença
1ª edição 1964
Peso: 200 g
Capa de brochura. Tradução de Alfredo Margarido. A peça do dramaturgo francês Jean Anouilh, datada de 1953, retrata o processo que conduziu a chefe militar Joana d'Arc à fogueira, após a sua participação e combate na Guerra dos Cem Anos. A história da heroína é mantida em esquecimento até o século XIX, época em que renasce o patriotismo na Europa e, consequentemente, o interesse dos escritores contemporâneos por este episódio histórico.
Ref. 6700-HO5200-OM
Preço: 9,99€

#Livro Cartas da Terra Mark Twain

Sátira feroz de Mark Twain sobre religião e humanidade, escrita como cartas de Satanás aos arcanjos.

Livro: Cartas da Terra
Autor: Mark Twain
Editora: Bertrand Editora
2009
Peso: 280 g
Capa de brochura. Pela mão de um dos mais acarinhados autores norte-americanos, uma crítica lúcida e feroz à religião.
«O Homem reza ao Criador, e pensa que Ele o ouve. Não é uma ideia bizarra?»
Exilado do Céu por escarnecer da obra divina, Satanás decide visitar a Terra para observar a mais recente experiência do Criador: a Humanidade. O que aqui encontra é motivo de tamanha incredulidade, que decide escrever aos arcanjos Miguel e Gabriel, narrando com estranheza e sarcasmo as contradições que orientam a relação entre Deus, injusto e cruel, e os humanos, que lhe prestam adoração irracional. Em tom mordaz e irónico, as missivas denunciam as práticas religiosas do Homem, vazias e fúteis, e os defeitos de um deus que criou o Inferno para negar às suas criaturas o derradeiro alívio das provações a que as submete — a morte.
Em Cartas da Terra, publicadas postumamente, Mark Twain revela um pessimismo e desencanto característicos das suas obras tardias, dando a conhecer outra faceta de um dos autores mais profícuos do século XIX.
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