Colecção: Grandes Narrativas nº 715
Autor: Gianluca Barbera
Editora: Editorial Presença
1ª edição 2019
Peso: 330 g
Capa de brochura. Tradução de Filipe Guerra. O romance sobre a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Ano de 1519. Cinco carracas zarpam de Sevilha sob o comando de Fernão de Magalhães. A viagem durará três anos. Fernão de Magalhães confrontar-se-á com motins, tempestades, o gelo polar, doenças e contendas com tribos ferozes, na procura de uma passagem que, através da América do Sul, o conduza ao Oriente, em direção ao destino final: as fabulosas Ilhas das Especiarias. Os acontecimentos, porém, tomaram um rumo imprevisto.
Este romance é o relato da primeira viagem de circum-navegação da Terra, narrado pela voz de Juan Sebastián del Cano, um dos poucos homens que regressaram à pátria a bordo do único veleiro que se salvou. Sebastián del Cano irá atribuir a si próprio o mérito da empresa, manchando a memória de Fernão de Magalhães, que foi morto na desconhecida ilha de Mactan (no atual arquipélago das Filipinas) em circunstâncias dramáticas.
Uma viagem não só real mas também da alma, descrita numa linguagem que parece tornar-se mais ancestral à medida que o relato da expedição prossegue rumo a terras cada vez mais ignotas e selvagens.
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Capa de brochura. Tradução de Filipe Guerra. O romance sobre a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Ano de 1519. Cinco carracas zarpam de Sevilha sob o comando de Fernão de Magalhães. A viagem durará três anos. Fernão de Magalhães confrontar-se-á com motins, tempestades, o gelo polar, doenças e contendas com tribos ferozes, na procura de uma passagem que, através da América do Sul, o conduza ao Oriente, em direção ao destino final: as fabulosas Ilhas das Especiarias. Os acontecimentos, porém, tomaram um rumo imprevisto.
Este romance é o relato da primeira viagem de circum-navegação da Terra, narrado pela voz de Juan Sebastián del Cano, um dos poucos homens que regressaram à pátria a bordo do único veleiro que se salvou. Sebastián del Cano irá atribuir a si próprio o mérito da empresa, manchando a memória de Fernão de Magalhães, que foi morto na desconhecida ilha de Mactan (no atual arquipélago das Filipinas) em circunstâncias dramáticas.
Uma viagem não só real mas também da alma, descrita numa linguagem que parece tornar-se mais ancestral à medida que o relato da expedição prossegue rumo a terras cada vez mais ignotas e selvagens.
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