Colecção: Ciência Aberta nº 13
Autor: Hubert Reeves
Editora: Gradiva
1ª edição 1986
Peso: 350 g
Assinatura de posse. Terá o universo um sentido? Tradução de Jorge Branco. Capa de brochura. “Portanto, todas essas combinações infinitamente férteis de matéria, essa atividade nuclear das estrelas, esse zumbido eletromagnético das nebulosas interestelares, essa exuberante febre bioquímica do oceano primitivo, tudo não teria outro significado senão preparar-se para o holocausto nuclear? A consciência emergiria – em quinze bilhões de anos – apenas para ser eliminada em alguns minutos? O universo gera complexidade. A complexidade gera eficiência. Mas a eficiência não gera necessariamente significado. Também pode levar a um absurdo.
Peso: 350 g
Assinatura de posse. Terá o universo um sentido? Tradução de Jorge Branco. Capa de brochura. “Portanto, todas essas combinações infinitamente férteis de matéria, essa atividade nuclear das estrelas, esse zumbido eletromagnético das nebulosas interestelares, essa exuberante febre bioquímica do oceano primitivo, tudo não teria outro significado senão preparar-se para o holocausto nuclear? A consciência emergiria – em quinze bilhões de anos – apenas para ser eliminada em alguns minutos? O universo gera complexidade. A complexidade gera eficiência. Mas a eficiência não gera necessariamente significado. Também pode levar a um absurdo.
Hubert Reeves, astrofísico com o ar de «poeta do espaço, ensina cosmologia em Montreal e Paris. Escritor muito popular, publicou na Gradiva todos os seus livros Um Pouco Mais de Azul, A Hora do Deslumbramento, Malicorne, Aves Maravilhosas Aves, A Agonia da Terra, Crónicas dos Átomos e das Galáxias, Já Não Terei Tempo, Últimas Notícias do Cosmos, Poeira das Estrelas e O Universo Explicado aos Meus Netos alguns dos quais foram best-sellers. Preocupado com questões ambientais, Reeves preside à associação Humanidade e Biodiversidade.
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