Autor: Sophia de Mello Breyner Andresen
Editora: Editorial Caminho
2006
Peso: 175 g
Assinatura de posse na folha de guarda.
Prefácio de Frederico Lourenço. Uma obra fundadora que surpreende, para além do seu valor literário e poético, pela intemporalidade, trazida até nós na tradução inconfundível de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Medeia foi representada no ano de 431 a.C. Apesar da força que ainda hoje nos transmite, Eurípides conseguiu com esta tragédia, considerada por muitos críticos a sua melhor obra, apenas o terceiro lugar. Euforion obteve o primeiro prémio e Sófocles o segundo. Como noutras ocasiões, o público escandalizou-se perante as paixões humanas dos heróis de Eurípides.
A trama da obra insere-se no ciclo mítico dos Argonautas, que, comandados por Jasão, partem para os confins do mar Negro em busca do velo de ouro. Medeia, filha do rei da Cólquida, enamora-se loucamente por Jasão e contribui de forma decisiva para o êxito da empresa do seu amado. Ligada no mito à magia e a práticas pouco civilizadas, Medeia actua sem vacilar a favor dos interesses de Jasão e assume inclusivamente o assassinato e o despedaçamento do seu próprio irmão. De regresso a Iolco, Medeia aniquila Pélias, que tinha usurpado o trono a Jasão; em consequência disso, o casal refugia-se em Corinto. É nesta cidade que se situa a trama da tragédia.
INDISPONÍVEL
Medeia foi representada no ano de 431 a.C. Apesar da força que ainda hoje nos transmite, Eurípides conseguiu com esta tragédia, considerada por muitos críticos a sua melhor obra, apenas o terceiro lugar. Euforion obteve o primeiro prémio e Sófocles o segundo. Como noutras ocasiões, o público escandalizou-se perante as paixões humanas dos heróis de Eurípides.
A trama da obra insere-se no ciclo mítico dos Argonautas, que, comandados por Jasão, partem para os confins do mar Negro em busca do velo de ouro. Medeia, filha do rei da Cólquida, enamora-se loucamente por Jasão e contribui de forma decisiva para o êxito da empresa do seu amado. Ligada no mito à magia e a práticas pouco civilizadas, Medeia actua sem vacilar a favor dos interesses de Jasão e assume inclusivamente o assassinato e o despedaçamento do seu próprio irmão. De regresso a Iolco, Medeia aniquila Pélias, que tinha usurpado o trono a Jasão; em consequência disso, o casal refugia-se em Corinto. É nesta cidade que se situa a trama da tragédia.
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