Livro: A Revolução de 1383 Tentativa de Caracterização
Autor: António Borges Coelho
Editora: Editorial Caminho
4ª edição 1981
Peso: 375 g
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista).
Preço: 9,99€ - FOTOS ADICIONAIS
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Livros Tesouros Artísticos do Mundo Ediclube
Livros Colecção: Tesouros Artísticos do Mundo
--- COMPLETO ---
01: Os Primórdios da Civilização: Pré-História e Primeiras Culturas
02: O Poder dos Deuses: As Civilizações do Mundo Antigo
03: Entre o Oriente e o Ocidente: O Bizantismo e o Pré-Romântico
04: Uma Arte Palaciana e Religiosa: A Idade Média
05: O Triunfo do Humanismo: O Despertar do Renascimento
06: A Ruptura da Ordem: Do Renascimento ao Maneirismo
07: Deuses, Reis e Burgueses: O Período do Barroco
08: A Norma e a Imaginação: Do Iluminismo ao Romantismo
09: Uma Arte de Ruptura: Do Realismo ao Impressionismo
10: As Novas Linguagens Artísticas: AS Vanguardas do Século XX
Autor: Vários
Editora: Ediclube
Peso: 13000 g
Encadernação capa dura com sobrecapa. Profusamente ilustrados.
Preço: 29,99€
--- COMPLETO ---
01: Os Primórdios da Civilização: Pré-História e Primeiras Culturas
02: O Poder dos Deuses: As Civilizações do Mundo Antigo
03: Entre o Oriente e o Ocidente: O Bizantismo e o Pré-Romântico
04: Uma Arte Palaciana e Religiosa: A Idade Média
05: O Triunfo do Humanismo: O Despertar do Renascimento
06: A Ruptura da Ordem: Do Renascimento ao Maneirismo
07: Deuses, Reis e Burgueses: O Período do Barroco
08: A Norma e a Imaginação: Do Iluminismo ao Romantismo
09: Uma Arte de Ruptura: Do Realismo ao Impressionismo
10: As Novas Linguagens Artísticas: AS Vanguardas do Século XX
Autor: Vários
Editora: Ediclube
Peso: 13000 g
Encadernação capa dura com sobrecapa. Profusamente ilustrados.
Preço: 29,99€
Livro Rumor Branco Almeida Faria Difel
Livro: Rumor Branco
Autor: Almeida Faria
Editora: Difel
3ª edição
Peso: 200 g
Prefácio de Vergílio Ferreira. Assinatura de posse na folha de guarda.
"Mais «romance novo» do que nouveau roman, Rumor Branco é uma representação do mundo português de 1962 enquanto náusea. E no entanto, a polémica que à época identificou Almeida Faria como delfim do «existencialismo» (em resposta ao astuto prefácio de Vergílio Ferreira), agitou o vão fantasma das «angústias metafísicas» onde havia, na verdade, um novíssimo e torturado realismo, uma denúncia de um quotidiano opressivo, repugnante. Mas é a linguagem, antes de mais, que se revolta: a fragmentação, a pontuação escassa, a sintaxe ousada, uma partitura dissonante e ofegante de provérbios, palavras de ordem, neologismos, clichés. Uma música pós-musical, como a de Stockhausen, a que o título alude. Na década mais moderna do romance português, o jovem escritor de dezanove anos recusava uma ficção didática, previsível e de fundo otimista. Eduardo Lourenço chamou-lhe uma «literatura desenvolta», que vale tanto pelo que consegue como por aquilo que recusa. Nem gratuito nem ensimesmado, Rumor Branco desmultiplica-se em perspetivas agudas, do melodrama lisboeta à boémia parisiense, passando pela militância política ativa e pelo proverbial enfado dos burgueses cultos; no essencial, a sua visão é feérica, espectral, e em várias passagens o fio narrativo cede lugar a digressões poéticas soturnas. Portugal como assombração, como assombro. E uma literatura nova nos escombros de um mundo antigo." (Pedro Mexia)
Preço: 14,99€
Autor: Almeida Faria
Editora: Difel
3ª edição
Peso: 200 g
Prefácio de Vergílio Ferreira. Assinatura de posse na folha de guarda.
"Mais «romance novo» do que nouveau roman, Rumor Branco é uma representação do mundo português de 1962 enquanto náusea. E no entanto, a polémica que à época identificou Almeida Faria como delfim do «existencialismo» (em resposta ao astuto prefácio de Vergílio Ferreira), agitou o vão fantasma das «angústias metafísicas» onde havia, na verdade, um novíssimo e torturado realismo, uma denúncia de um quotidiano opressivo, repugnante. Mas é a linguagem, antes de mais, que se revolta: a fragmentação, a pontuação escassa, a sintaxe ousada, uma partitura dissonante e ofegante de provérbios, palavras de ordem, neologismos, clichés. Uma música pós-musical, como a de Stockhausen, a que o título alude. Na década mais moderna do romance português, o jovem escritor de dezanove anos recusava uma ficção didática, previsível e de fundo otimista. Eduardo Lourenço chamou-lhe uma «literatura desenvolta», que vale tanto pelo que consegue como por aquilo que recusa. Nem gratuito nem ensimesmado, Rumor Branco desmultiplica-se em perspetivas agudas, do melodrama lisboeta à boémia parisiense, passando pela militância política ativa e pelo proverbial enfado dos burgueses cultos; no essencial, a sua visão é feérica, espectral, e em várias passagens o fio narrativo cede lugar a digressões poéticas soturnas. Portugal como assombração, como assombro. E uma literatura nova nos escombros de um mundo antigo." (Pedro Mexia)
Preço: 14,99€
Livro Uma Ilha na Lua William Blake Antígona
Livro: Uma Ilha na Lua
Autor: William Blake
Editora: Antígona
1ª edição 1995
Peso: 250 g
Esgotado no editor. Tradução, prefácio e notas de Manuel Portela.
Texto em prosa, esta farsa inclassificável de Blake, Uma Ilha Na Lua, escarnece da pretensão científica. Uma Ilha Na Lua é uma obra inacabada e incompleta, constituída por um conjunto de diálogos e canções sem um nexo óbvio, a não ser o facto de constituírem paródias da conversação de homens e mulheres burgueses nos serões literários e musicais dos círculos londrinos frequentados por William Blake na penúltima década do século XVIII. Nas conversas e canções afloram temas como a educação da criança, a ciência moderna, as relações entre sexos, a moda ou a religião. Através de um grupo singular de habitantes da lua, cujos nomes alegóricos tipificam as personagens, são postas em cena, por vezes de forma absurda, um conjunto de práticas artísticas, educativas, religiosas e científicas.
Trata-se, de certo modo, de um talk-show do século XVIII, em que a conversação pública tem lugar nos salões polidos onde a burguesia pratica a troca de ideias. No texto de Blake surgem lado a lado o laboratório químico, o púlpito, a sala de aula e a sala de estar, numa espécie de zapping sobre os tópicos de conversa que faziam a agenda do dia. As personagens incluem filósofos, matemáticos, arqueólogos, cirurgiões, químicos. Fazem-se experiências, especula-se, bebe-se e canta-se.
Preço: 24,99€
Autor: William Blake
Editora: Antígona
1ª edição 1995
Peso: 250 g
Esgotado no editor. Tradução, prefácio e notas de Manuel Portela.
Texto em prosa, esta farsa inclassificável de Blake, Uma Ilha Na Lua, escarnece da pretensão científica. Uma Ilha Na Lua é uma obra inacabada e incompleta, constituída por um conjunto de diálogos e canções sem um nexo óbvio, a não ser o facto de constituírem paródias da conversação de homens e mulheres burgueses nos serões literários e musicais dos círculos londrinos frequentados por William Blake na penúltima década do século XVIII. Nas conversas e canções afloram temas como a educação da criança, a ciência moderna, as relações entre sexos, a moda ou a religião. Através de um grupo singular de habitantes da lua, cujos nomes alegóricos tipificam as personagens, são postas em cena, por vezes de forma absurda, um conjunto de práticas artísticas, educativas, religiosas e científicas.
Trata-se, de certo modo, de um talk-show do século XVIII, em que a conversação pública tem lugar nos salões polidos onde a burguesia pratica a troca de ideias. No texto de Blake surgem lado a lado o laboratório químico, o púlpito, a sala de aula e a sala de estar, numa espécie de zapping sobre os tópicos de conversa que faziam a agenda do dia. As personagens incluem filósofos, matemáticos, arqueólogos, cirurgiões, químicos. Fazem-se experiências, especula-se, bebe-se e canta-se.
Preço: 24,99€
Livro Rumo ao Português Legítimo Língua e Literatura
Livro: Rumo ao Português Legítimo Língua e Literatura (1750-1850)
Colecção: Ensaio Literatura
Autor: Américo António Lindeza Diogo, Osvaldo Manuel Silvestre
Editora: Angelus Novus
Peso: 300 g
De Filinto Elísio a Garrett, passando por Garção, Jerónimo Barbosa ou Tolentino, vamos assistindo a um projecto político (e constitucional) de homogeneização linguística. O ideal setecentista de uma aliança entre nobres e burgueses, para bem da pátria, em que os segundos pensam estipular aos primeiros as condições dela: otium cum dignitate, alcança a sua realização, e já a sua caricatura, no barão das Viagens na Minha Terra. Face aos barões que se distinguem como classe dominante, no seu «corpo» único realizando, em zebratura, a aliança nobreza/grande burguesia, o narrador proporá uma aliança com as massas do povo nacional.
À sua maneira, as Viagens assinalam, pois, a conclusão deste percurso. Uma política de controle da língua permitiu à burguesia distinguir-se do povo como classe. Do patriotismo vintista de bem nascidos chegar-se-ia à entrevisão de uma aliança singular, mimada por um estilo capaz de passar por intimidade linguística com o povo. É conhecido o que realmente tivemos: o Zé Povinho, e aquele seu gesto que se imaginou recalcitrante.
Preço: 14,99€
Colecção: Ensaio Literatura
Autor: Américo António Lindeza Diogo, Osvaldo Manuel Silvestre
Editora: Angelus Novus
Peso: 300 g
De Filinto Elísio a Garrett, passando por Garção, Jerónimo Barbosa ou Tolentino, vamos assistindo a um projecto político (e constitucional) de homogeneização linguística. O ideal setecentista de uma aliança entre nobres e burgueses, para bem da pátria, em que os segundos pensam estipular aos primeiros as condições dela: otium cum dignitate, alcança a sua realização, e já a sua caricatura, no barão das Viagens na Minha Terra. Face aos barões que se distinguem como classe dominante, no seu «corpo» único realizando, em zebratura, a aliança nobreza/grande burguesia, o narrador proporá uma aliança com as massas do povo nacional.
À sua maneira, as Viagens assinalam, pois, a conclusão deste percurso. Uma política de controle da língua permitiu à burguesia distinguir-se do povo como classe. Do patriotismo vintista de bem nascidos chegar-se-ia à entrevisão de uma aliança singular, mimada por um estilo capaz de passar por intimidade linguística com o povo. É conhecido o que realmente tivemos: o Zé Povinho, e aquele seu gesto que se imaginou recalcitrante.
Preço: 14,99€
Livro o Rio e o seu segredo de Zhu Xio-Mei
Livro: O rio e o seu segredo
Autor: Zhu Xio-Mei
Editora: Guerra & Paz
Peso: 500 g
Esgotado no editor. Pequim, 1969. Zhu Xiao-Mei, filha de burgueses cultos, tem de enfrentar a revolução maoista com o estigma que é o seu dom precoce para o piano e a paixão por uma música considerada decadente: Schumann, Mozart, Bach. É nessa altura enviada para um campo de reeducação, uma vez que é necessário erradicar dela todo o desejo que não seja o de morrer por Mao. Os anos passam e Xiao-Mei torna-se uma boa revolucionária. Contudo, um dia, descobre no campo um velho acordeão. Arrisca alguns acordes e surgem algumas notas de música. Como que por encanto, o tempo perdido desvanece-se, os sonhos regressam e a esperança renasce. Xiao-Mei promete a si própria voltar a tocar piano.
Preço: 19,99€
Autor: Zhu Xio-Mei
Editora: Guerra & Paz
Peso: 500 g
Esgotado no editor. Pequim, 1969. Zhu Xiao-Mei, filha de burgueses cultos, tem de enfrentar a revolução maoista com o estigma que é o seu dom precoce para o piano e a paixão por uma música considerada decadente: Schumann, Mozart, Bach. É nessa altura enviada para um campo de reeducação, uma vez que é necessário erradicar dela todo o desejo que não seja o de morrer por Mao. Os anos passam e Xiao-Mei torna-se uma boa revolucionária. Contudo, um dia, descobre no campo um velho acordeão. Arrisca alguns acordes e surgem algumas notas de música. Como que por encanto, o tempo perdido desvanece-se, os sonhos regressam e a esperança renasce. Xiao-Mei promete a si própria voltar a tocar piano.
Preço: 19,99€
Livro A Boa Terrorista Doris Lessing
Livro: A Boa Terrorista
Colecção: Século XX nº 299
Autor: Doris Lessing
Editora: Publicações Dom Quixote
Peso: 325 g
Prémio Nobel da Literatura em 2007.
Uma história passada na Grã-Bretanha, que nos fala de Alice e do seu grupo de jovens amigos burgueses com ideais marxistas e das suas tentativas de ligação com o IRA. Um romance minucioso, arrojado e factual.
Preço: 6,99€
Colecção: Século XX nº 299
Autor: Doris Lessing
Editora: Publicações Dom Quixote
Peso: 325 g
Prémio Nobel da Literatura em 2007.
Uma história passada na Grã-Bretanha, que nos fala de Alice e do seu grupo de jovens amigos burgueses com ideais marxistas e das suas tentativas de ligação com o IRA. Um romance minucioso, arrojado e factual.
Preço: 6,99€
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